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Por dentro das distopias




Em 2017 com a necessidade dos estágios acadêmicos tive a oportunidade de discutir sobre o totalitarismo e o autoritarismo a partir da leitura de obras literárias abordadas em dois projetos de extensão junto à comunidade acadêmica da UFPEL, e comunidade em geral. Nos dois cursos realizados a abordagem teve nas leituras distópicas grande interesse, e que construiu diálogos com o presente cenário cada vez mais nublado.

Aproveito para compartilhar aqui, diante o aumento do interesse dos leitores nas distopias, algumas das discussões e textos produzidos para o projeto que levou em consideração as distopias e seu contexto social. Nessa perspectiva, o texto sobre as distopias do Século XX apresentam um pouco das principais leituras do gênero.

Além das distopias clássicas, pudemos trabalhar também o distopismo na literatura brasileira, especialmente sua relação com o insólito e o fantástico. Aliás, num dos textos, discutimos os livros, a arte e a leitura e o tratamento que lhes dão os pensamentos autoritários e totalitários. A queima de livros foi a pauta de um texto que também o Brasil teve esta prática nefasta.   

Toda esta discussão foi permeada, claro, tendo a literatura como reflexão.
  

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